"Emulsão” é o nome dado à camada de gelatina e sais de nitrato de prata que cobria os antigos rolos fotográficos. Essa emulsão era o que permitia fazer fotografias no tempo do analógico.
O livro “Emulsão” está intimamente ligado à fotografia.
Através da poesia, prosa e fotografia, recria a história do fotógrafo duma pequena vila piscatória. Cada página constitui-se em peça dum labiríntico puzzle que cabe ao leitor montar.
Tanto os poemas, como os excertos dum diário, como os dípticos fotográficos presentes nas páginas de "Emulsão", são atribuídos a essa personagem ficcional.
Mas nem tudo o que parece o é efetivamente. Só no final se desvenda por inteiro a big picture escondida nas palavras e imagens do livro.