A obra relata as peripécias de um brasileiro comum, mas que, por uma série de circunstâncias, faz uma longa viagem pela América do Sul. À medida que o protagonista, Victor, percorre o continente, a relação com outros mochileiros e o contato com paisagens e culturas diferentes fazem com que descubra um mundo que ele não imaginava existir.
Com esta obra, Airton Ortiz insere na língua portuguesa diversas palavras utilizadas pelo que ele chama de “povo da estrada”. Uma delas é justamente a palavra ‘gringo’, que “os mochileiros ao redor do mundo usam como sinônimo de não nativo, forasteiro. Um cidadão do mundo, enfim”, explica o autor. Depois de escrever o livro, Airton Ortiz refez a trilha do protagonista. O escritor, que já conhecia todas as locações, percorreu os mesmos lugares na sequência descrita na obra ─ para fazer a revisão final dentro do clima da viagem.